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Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 9.400 times in 2011. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 3 sold-out performances for that many people to see it.

Clique aqui para ver o relatório completo

 
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Publicado por em janeiro 5, 2012 em Internet, Inutilidades

 

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Viajar é preciso…

 
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Publicado por em novembro 1, 2011 em Diário de Bordo

 

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Mérito e Demérito

Faz tempo que eu não escrevo aqui. Em parte por falta de tempo e em parte por desânimo e por estar com a cabeça voltada para outras questões. Mas, dizem os pensadores, cabe aos escritores transformarem em palavras as suas experiências, angústias, felicidades e infelicidades, ou seja, os detalhes de suas vidas e as acepções que depreendem destes detalhes. Por isso, decidi escrever sobre uma palavra que vem pipocando na minha cabeça há alguns dias: mérito.

mérito
mé.ri.to
sm (lat meritu) 1 O mesmo que merecimento. 2 Valor moral ou intelectual. 3 Aptidão, capacidade, superioridade. 4 O que torna uma pessoa, obra ou ação dignas de elogio, estima ou recompensa. 5 Aspecto de um ato administrativo que o torna adequado, conveniente e oportuno para o interesse público. 6Dir Matéria sobre que versa, no processo, o pedido do autor.Antôn (acepções 1, 4 e 5): demérito. sm pl Bons serviços no exercício de um cargo ou função. Sistema do m.: sistema de recrutamento dos funcionários públicos por concurso de provas.

Conforme o dicionário Michaelis, acima, podemos e devemos relacionar o mérito com recompensa. O que significa que se alguém é bom em alguma coisa, ou faz por merecer, deve receber uma recompensa por isso. Deve ser premiado. É esse conceito que permeia as competições esportivas, por exemplo, algumas saudáveis relações de trabalho e até mesmo algumas instâncias artísticas. Isto é, se você é bom, é dedicado, tenta fazer sempre o melhor e se compromete com aquilo que faz, você deve ser recompensado por isso, deve receber benesses de seu trabalho e de seu esforço, certo?

Nem sempre…

Infelizmente, em algumas (ou muitas) instâncias do serviço público no Brasil a meritocracia ainda não é uma realidade. Ser dedicado, estar à frente quando necessário, assumir responsabilidades e se comprometer de verdade com o trabalho não se configuram em prêmios e sim na geração de mais trabalhos, mais responsabilidades, mais dores de cabeça e mais comprometimento. Enfim, seja bom e ganhe mais trabalho: esse é o prêmio que um servidor público brasileiro recebe. E muito disso advém da confiança que se deposita no bom funcionário. É para ele que acabam indo as tarefas mais complicadas ou de maior importância ou responsabilidade. Pois, sabe-se, ele pode conseguir resolver ou pelo menos vai se esforçar para conseguir fazê-lo.

O Dedicado

O Dedicado

Mas aí alguém pergunta: e o mal funcionário? O que acontece com ele? Esse, infelizmente, se transforma num estorvo para a administração. É aquele cara complicado que sabe fazer somente os trabalhos mais simples, repetitivos e que não está disposto a pensar ou a gastar seu tempo e sua disposição com o serviço. Nem no horário de trabalho. Geralmente é um “reclamão”, que quer “fazer” seu trabalho sem ser incomodado. E quando é incomodado, sai de baixo! Recorre a conchavos políticos, a amigos e até àquela pastinha em que guarda segredinhos comprometedores de grande parte de seus “colegas” de trabalho. Isso sem contar na confusão que arruma… Ou seja, esse é um cara que todos querem deixar quieto mesmo, fazendo o servicinho medíocre dele, sem incomodar e sem deixar que ele incomode os outros. Aliás, porque mexer com ele se temos o funcionário exemplar (aquele do mérito) que vai fazer as tarefas mais complicadas sem reclamar?

O Mal

O Mal

Mas o pior não é o fato de imputar a uns poucos (aqueles do mérito) os deveres mais importantes e mais complicados. O efeito mais perverso disso é a desmotivação. Sabemos que a administração pública ainda está caminhando a passos lentos em questões relacionadas à motivação. Mas quando a lógica do mérito não é aplicada, a tendência é que seja criada uma enorme cadeia desmotivacional, que culminará com a transformação do bom funcionário, o do mérito, no mal funcionário, o do demérito. É simples: porque eu vou me esforçar, trabalhar com afinco e me desgastar se no final as recompensas são as mesmas? Ou melhor, os vencimentos são os mesmos, mas a recompensa do funcionário do mérito é simplesmente aquilo que lhe dá o mérito: mais trabalho! É claro que dizendo isso, eu estou desconsiderando qualquer hombridade por parte do bom funcionário que, provavelmente, é bom por ser honesto com o serviço e dedicado por natureza. Mas é bem possível que nem o mais comprometido resista a anos de mérito premiado com demérito.

E as alternativas que restam: abandonar o barco ou tornar-se mais um parasita…

E, no final, o serviço público, que tem as ferramentas necessárias para ser exemplar, que deveria ser o espelho para as outras esferas e que, sobretudo, tem o dever de servir bem a uma população que paga (e caro) por ele, acaba caindo naquele velho conceito: “se é público não funciona”.

Não sou administrador, não sou adepto de teorias administrativas enlatadas dos países desenvolvidos, sou extremamente crítico a modelos motivacionais (principalmente aqueles que tentam suplantar o simples e justo pagamento de um salário adequado), mas acho que alguns setores da administração pública estão precisando “comer muito angu” para aprender, de verdade, como fazer o mérito valer, tão somente, o seu significado no dicionário.

 
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Publicado por em agosto 26, 2011 em Devaneios

 

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Vikings Televisivos

Algumas semanas atrás a TV Panorama, sucursal da TV Globo na zona da mata de Minas Gerais, entrou em contato conosco, os autores do RPG Vikings, para gravar uma matéria a respeito do uso da tecnologia na produção de livros. A matéria foi bastante significativa e transmitida no MGTV, maior jornal televisivo da região. Além de tratar do assunto específico (tecnologia e literatura), serviu para mostrar o RPG sob um viés diferente.

Matérias como essa, além de serem um excelente veículo promocional, servem para mostrar que o RPG é um produto literário como qualquer outro e deve ser tratado como o tal.

A reportagem foi exibida no MGTV 1a Edição no dia 19/06/2011 e serviu para mostrar também como é a produção dos livros da linha Vikings e como os autores trabalham à muitas mãos, mesmo à distância.

Veja a matéria escrita aqui: http://megaminas.globo.com/2011/06/29/mg-tec-computadores-rompem-barreiras-fi…

 

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Imersão Criativa

Há algum tempo atrás o blog ficou repeleto de Vikings, né? Cultura viking, Edda, mitologia nórdica, povos do norte da Europa, deuses e mitos e por aí vai. Deve ter gente que não se interessa pelo assunto que até deixou de visitar a Toca por conta disso. E realmente, foi povo do norte para tudo quanto é lado. Mas eu explico!

Ocorre que meu processo criativo funciona assim. Se estou trabalhando em algo, preciso mergulhar naquilo, absorver o máximo de informações, conceitos, dados e características sobre o assunto, fazendo com que tudo isso fique orbitando em minha cabeça de modo que uma boa idéia possa pipocar a qualquer momento. Ou seja, é necessário estar imbuído da essência daquele tema para fazer aflorar possibilidades de idéias e conceitos. Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em abril 20, 2011 em Inutilidades, Opinião

 

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Sentido da Vida

Quando eu estava por volta dos meus 9 a 12 anos, tinha a mania de perguntar aos meus pais, professores e aos adultos que me cercavam e por quem eu nutria alguma confiança qual era o sentido da vida. Essa pergunta sempre vinha quando eu escutava a conversa dos mais velhos (e eu tinha mania de escutá-las) sobre religião, divindades e sobre coisas que acontecem em nossa vida (do tipo: mas fulano perdeu um filho, não merecia… Ah! Deve estar pagando por um erro do passado ou por erros dos seus antepassados etc.). Normalmente, pelo que me lembro, estes questionamentos vinha à tona em minha mente em momentos drásticos, como a perda de um parente, alguma tragédia ou mesmo algo que comovesse todo o país. Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em janeiro 20, 2011 em Devaneios

 

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Rugas

Certa vez alguém (não me lembro quem) disse que as rugas são as marcas de nossa história, que devemos ter orgulho delas, que cada sulco na pele representa um momento, um signo de algo que ocorreu em nossas vidas. Eu sempre concordei com essa afirmação e acho mesmo que devemos nos orgulhar de cada um dos desenhos que se formam em nossa face, mas não é tão simples assim… Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em novembro 2, 2010 em Devaneios, Inutilidades

 

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