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O fim do “Bastão de Alegria”

07 out

Eu poderia escrever tanto sobre a evolução dos videogames que meu texto deixaria a sua barra de rolagens do tamanho de um pixel. Mas ao invés de fazer isso vou resumir as minhas palavras ao aviso fúnebre da morte do bom e velho Joystick (bastão de alegria em português claro!).

Desde a chegada do Wii ao mercado houve uma inovação na forma como as pessoas passaram a jogar videogame. O console da Nintendo implementou uma nova forma de se utilizar o Joystick, dando a ele a função de levar à tela os movimentos que o jogador faz com seus braços. Com esse novo método, aqueles jogadores que adoram virar junto com o personagem ou veículo na tela saíram no lucro, pois o seu movimento se refletia no game. Foi uma revolução. Imagine que, segurando o controle, ao mover o braço como que dando uma espadada, o seu personagem na tela girava a espada e atingia o oponente?! E os jogos de carro, nos quais bastava girar o Joystick (como um volante), que o carro fazia a curva! E assim por diante…

Wii, PS3 e XBox 360

Wii, PS3 e XBox 360

Legal demais! Inovador demais! Mas nem faz tanto tempo que foi lançado, nem bem se popularizou no Brasil e já vai ficar ultrapassado.

Com a chegada do Wii, a Sony (Playstation) e a Microsoft (XBox) entraram numa corrida para desenvolver uma tecnologia parecida ou que desse ao jogador a sensação de estar realmente presente dentro do jogo. A Sony parece que ainda está um passo atrás, apesar de o PS3 ser o videogame mais potente do mercado hoje. Já a Microsoft exagerou na inovação. A empresa não deu uma nova função ao Joystick, ela simplesmente o matou!

O Project Natal é o projeto da Microsoft para o XBox 360 que elimina o Joystick. Isso mesmo, você não precisa de uma manete para jogar. Basta você se posicionar na frente do game e fazer os movimentos necessários e o aparelho decotifica os seus movimentos, aplicando-os ao jogo. Não acredita?! Difícil de compreender? Também acho! Por isso, assista ao vídeo abaixo e veja que aquela história de Gamer sedentário acabou! Agora jogador de videogame vai malhar o corpo todo, e não só os dedinhos que tamborilavam sobre o já ultrapassado “Bastão de Alegria”.

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4 Comentários

Publicado por em outubro 7, 2009 em Inutilidades

 

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4 Respostas para “O fim do “Bastão de Alegria”

  1. Rafael Saldanha

    outubro 14, 2009 at 3:11 pm

    Sinceramente, eu acho esse negócio de Projeto Natal uma merda. Sim, UMA MERDA. Pois, o videogame é e sempre foi o campo de afirmação dos nerds, dos gordos, dos despreparados fisicamente. O Projeto Natal é mais uma barreira sendo derrubada… O Playboy sem cérebro que já domina vários campos da sociedade ganha mais um. Assim, de lambuja. E nós – gordos e nerds – somos guetificados em mais um aspecto. Pra quem isso é bom?

    Além disso, uma boa dose da diversão dos videogames está no lúdico, na realização de proezas que não seriam conseguidas na vida real. Pois, agora o videogame se torna uma “sala de perigo”, com uma diferença básica: não temos poderes mutantes!

    Qual é o próximo passo? Um RPG cujos atributos são os do próprio jogador?

    Sinceramente, é UMA MERDA!

     
  2. Fernando Scheffer

    outubro 21, 2009 at 9:08 pm

    Calma Sadanha, os Praibói não vão invadir a praia dos Nerds. Eles não saberiam qual botão liga o aparelho. Comprariam um só para dizer que tem e sairiam prá balada para encher a cara. Ficar em casa? Nunca.

    Quanto ao substituto do “Bastão de Diversão” (termo de minha autoria, não?) não acho que seja substituido por esta interface em específico. Alguns dos usos propostos vão funcinar (escolher uma roupa na loja ou um filme no arquivo? jóia!), mas nunca para jogos.

    Porque nunca? Pois será cansativo. Com o “Bastão de Diversão” podemos passar a madrugada inteira jogando sem se cansar (isso se tiver 5 garrafasde café d lado). Se o cara jogar o game de skate vai furar o tapete em uma semana 😉

    Para games, só quando inventarem a inteface neural. Aí sim!

    T+

     
  3. cristianocuty

    outubro 21, 2009 at 9:18 pm

    Eu acredito em sistemas como os do Project Natal como ferramentas para jogos, sim! Mas não como única possibilidade. Tem coisas que só ficam divertidas no Joystick… E depois, como vamos fazer “pra cima, pra baixo, esqueda, direita, B, A, B, A e start” sem o bom e velho Bastão da Alegria?!

     
  4. Nay

    outubro 22, 2009 at 7:41 am

    Imagina fazer rup/rup do Prince sem o “bastão da alegria”, kkk. Acho um bucado difícil 🙂

     

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